Atendimento ao Viajante

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Atendimento ao Viajante

As vacinas para os viajantes dividem-se naquelas realizadas de rotina, nas recomendadas e nas vacinas exigidas para a viagem em questão.

Atualize as vacinas indicadas de rotina para você e sua família; elas são necessárias para a proteção contra doenças que ainda são comuns em diversas regiões do mundo. As vacinas recomendadas para prevenção de doenças presentes no seu local de destino deverão ser avaliadas por especialista. Estas vacinas visam à proteção do viajante e pode incluir as vacinas contra hepatite A, hepatite B, meningite meningocócica, febre tifóide, poliomielite, entre outras.

A única vacina exigida por agências reguladoras internacionais é a vacina contra a febre amarela a qual pode estar indicada na dependência da procedência e/ou do destino do viajante. O Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela pode ser exigido para países onde a febre amarela é endêmica e também para países onde, embora não ocorra à doença, exista o risco de introdução da mesma.

O Certificado Internacional é emitido pelo Ministério da Saúde através dos postos de portos, aeroportos e fronteiras. As unidades da PREVCENTER são cadastradas e este Certificado Internacional pode ser obtido em qualquer aeroporto no Brasil mediante nosso comprovante de vacinação. Esta vacina deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem, ela apresenta contraindicações as quais devem ser cuidadosamente avaliadas por especialista.

Confira abaixo nossas dicas para você, que vai viajar

A Prevcenter vai te orientar na composição de um Kit do viajante especialmente para você, o qual inclui: suas medicações usuais, antibióticos para tratamento de diarreia, protetor solar, repelente de insetos, álcool gel, primeiros socorros, antitérmicos, analgésicos, entre outros.

As vacinas para os viajantes dividem-se naquelas realizadas de rotina, nas recomendadas e nas vacinas exigidas para a viagem em questão. Atualize as vacinas indicadas de rotina para você e sua família; elas são necessárias para a proteção contra doenças que ainda são comuns em diversas regiões do mundo.

As vacinas recomendadas para prevenção de doenças presentes no seu local de destino deverão ser avaliadas por especialista; estas vacinas visam à proteção do viajante e pode incluir as vacinas contra hepatite A, hepatite B, meningite meningocócica, febre tifoide, poliomielite, entre outras. A única vacina exigida por agências reguladoras internacionais é a vacina contra a febre amarela a qual pode estar indicada na dependência da procedência e/ou do destino do viajante.

O Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela pode ser exigido para países onde a febre amarela é endêmica e também para países onde, embora não ocorra à doença, exista o risco de introdução da mesma. O Certificado Internacional é emitido pelo Ministério da Saúde através dos postos de portos, aeroportos e fronteiras. Esta vacina deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem; ela apresenta contraindicações as quais devem ser cuidadosamente avaliadas por especialista.

  • Verifique a cobertura do seu seguro saúde em relação a viagens, obtenha os endereços e contatos telefônicos necessários.
  • Se fizer uso de medicamentos, obtenha um atestado médico especificando o medicamento e a quantidade que estará em seu poder caso seja necessário durante as inspeções alfandegárias.
  • Entre em contato com a companhia aérea caso haja necessidade de dieta especial, oxigênio ou auxílio para sua locomoção.
  • Faça uma revisão dentária.
  • Obtenha os endereços e os telefones das representações diplomáticas do Brasil mais próximas do seu destino.
  • Certifique-se de que o passaporte e os vistos necessários encontram-se válidos. Faça fotocópia e guarde-a separadamente do original.
  • Informe-se sobre as leis e costumes dos locais de seu destino; se for dirigir no exterior confira a necessidade de carteira internacional de habilitação.

A diarreia do viajante ocorre em 30-70% das viagens na dependência do destino. As bactérias contribuem com 80-90% dos casos (Escherichia coli, Campylobacter jejuni, Shigella sp, Salmonella sp, entre outros), o restante dos casos são devido as infecções virais (norovirus, rotavirus, e astrovirus) e por protozoários (Giardia lamblia, Entamoeba histolytica, entre outros).

O período de incubação das infecções causadas por bactérias e por vírus varia de 6 a 48 horas. A diarreia causada por bactérias costuma persistir por 3 a 5 dias quando não tratadas, e as virais por 2 a 3 dias.

O período de incubação das infecções por protozoários varia de 1 a 2 semanas e pode persistir por semanas a meses se não tratadas. Alguns episódios de diarreia podem ainda ser ocasionados pela ingesta de toxinas pré-formadas nos alimentos.

O risco de malária dependerá dos locais visitados e do tempo de permanência nestes locais. Vacinas para proteção da malária ainda não estão disponíveis.

Medidas de proteção adequadas e uso de medicamentos profiláticos (quimioprofilaxia) podem estar indicadas para pessoas que se dirigem para áreas de risco de transmissão. Consulta com especialista em doenças infecciosas é recomendada.

O risco de DSTs depende exclusivamente do comportamento do viajante.

  • A abstinência sexual é a forma mais segura de prevenção.
  • Avaliar a vacinação contra a hepatite B e HPV (papilomavírus).
  • Caso tenha atividade sexual, o uso correto de preservativos de látex reduz a chance de transmissão das DST, com exceção do herpes genital.
  • Não pratique turismo sexual.
  • Evite relações sexuais com profissionais do sexo.
  • Não tenha relações sexuais sob efeito de bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas, uma vez que o senso de julgamento fica prejudicado.
  • Em caso do surgimento de qualquer lesão genital, procure imediatamente assistência médica.
  • Procure orientação médica caso tenha se exposto a situações de risco de aquisição doenças sexualmente transmissíveis, mesmo se não apresentar qualquer manifestação clínica. Existe a possibilidade de profilaxia pós-exposição.

Segundo a literatura médica, existem dois princípios ativos considerados mais eficazes e seguros contra os insetos: um é a icaridina podendo ser recomendado em adultos e crianças a partir de 2 anos, e o outro é a dietiltoluamida podendo ser recomendado para adultos e crianças acima de 12 anos.

Segundo a literatura médica as concentrações ideais de princípio ativo são: 20 a 25% de icaridina e 30 a 50% de DEET. No Brasil existem alguns produtos registrados na ANVISA com concentração de 20 a 25% de icaridina com formulações específicas para diversas faixas etárias e formas de uso.

Porque segundo a literatura médica, baixas concentrações de princípio ativo, perfumes e fragrâncias atraem insetos. Deve-se evitar repelentes com fragrâncias bem como o uso de perfumes, desodorantes com perfume e outras substâncias com fragrâncias intensas.

Sim. Repelentes com base em DEET não podem ser usados em crianças menores de 12 anos. Já algumas formulações a base de icaridina podem ser usadas em crianças acima de 2 anos de idade.

Sim. Protetores solares protegem “da pele para dentro” e repelentes protegem “da pele para fora “. Sendo assim, deve-se aplicar primeiro o protetor solar, aguardar o tempo indicado pelo fabricante (de 20 a 40 minutos) para que o produto seja absorvido e só então aplicar o repelente.

De acordo com a literatura médica, não é recomendado o uso de protetores solares que contenham repelentes, pois as propriedades solventes do repelente interagem com o protetor.

Não. Os repelentes de insetos não são recomendados pela literatura médica para proteção durante a noite enquanto a criança ou mesmo o adulto dormem.

Repelentes devem ser substâncias irritantes para os insetos, e devem evaporar, para manter uma “nuvem” em volta da área aplicada. Aplicar o repelente e se cobrir com lençol impede essa evaporação.

Além disso, o próprio atrito dos lençóis e cobertas retira o produto da pele tornando-o ineficaz. É importante também entender que esta nuvem tem o alcance de poucos centímetros, o que significa dizer que os repelentes devem ser aplicados em todas as partes descobertas do corpo e sobre os tecidos quando indicados. Portanto, para proteção durante a noite, recomenda-se usar mosquiteiros impregnados com produtos aprovados para este fim.

  • Todos os repelentes podem irritar as mucosas. Evite passá-los próximo aos olhos, nariz e boca.
  • A frequência e o intervalo de aplicação do repelente deve seguir a bula do produto levando em consideração a temperatura ambiental e as atividades realizadas.
  • Evite roupas escuras e agarradas ao corpo.
  • Prefira as roupas claras, compridas e afastadas do corpo.
  • Perfumes provocam alergias e atraem insetos.

O barotrauma ocorre mais comumente durante mudanças rápidas da pressão ambiental como, por exemplo, durante a viagem de avião na decolagem e na aterrisagem. Acomete mais frequentemente o ouvido médio e geralmente não é grave. Dentre as complicações destacam-se perfuração da membrana timpânica, tonteira, zumbido e perda da acuidade auditiva. Pessoas com infecção do ouvido, nasal, seios da face ou com congestão importante podem preferir adiar temporariamente a viagem; descongestionantes e outras medicações administradas antes do voo podem causar alívio dos sintomas. Manter-se hidratado também é útil.

O risco de trombose venosa profunda (TVP) e consequentemente de embolia pulmonar é maior em viagens aéreas de longa distância; geralmente voos com mais de oito horas de duração. Embora ocorra também na primeira classe e na executiva, é denominada de síndrome da classe econômica devido aos assentos mais estreitos e com menor distância entre as cadeiras; os assentos junto à janela também podem inibir a mobilização do passageiro.

Para prevenção da TVP sugerimos:

  • realização de pequenas caminhadas rotineiramente a cada 2 horas.
  • movimentação ativa dos pés e pernas durante o período em que permanecem sentados.
  • utilização de roupas confortáveis e mais largas durante as viagens.
  • não utilizar ou utilizar com moderação as bebidas alcoólicas.
  • evitar o uso de comprimidos para dormir.
  • evitar o fumo
  • Os viajantes com maior dificuldade de locomoção devem dar preferência às poltronas no corredor das aeronaves.
  • Medidas adicionais como a utilização de meias de compressão elástica e, em algumas circunstâncias, a utilização de substâncias anticoagulantes deverão ser adotadas somente sob orientação, estrito controle e prescrição médica.