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08Dez

Informe sobre vacinas contra a COVID-19

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Perguntas e respostas

1- A PREVCENTER tem previsão do recebimento da vacina para prevenção da COVID-19?

Até o momento não existe previsão em relação ao abastecimento do mercado privado de vacinas contra a COVID-19. Neste primeiro momento as vacinas que obtiverem aprovação pelos órgãos regulatórios, a princípio serão direcionadas prioritariamente para o setor público. Quaisquer novidades em relação a disponibilidade desta vacina serão prontamente comunicadas aos nossos clientes.

2- Quem terá prioridade para tomar a vacina no Brasil?

O Ministério da Saúde em divulgação preliminar planeja, quando a vacina estiver disponível, programar a vacinação em etapas. Na primeira etapa devem ser contemplados os trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (p.ex.: asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena”. Na segunda etapa seriam vacinadas as pessoas de 60 a 74 anos e na terceira etapa aquelas pessoas com comorbidades associadas a um maior risco de severidade da doença. Na quarta etapa seriam incluídos professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade; a inclusão de pessoas na faixa de 50 a 59 anos de idade e os motoristas do transporte coletivo estão em debate.

3- Quem já foi infectado pela COVID-19 vai precisar tomar a vacina?

É encorajador o fato de que os dados disponíveis até o momento sugerem que as pessoas que se recuperaram da COVID-19 apresentaram uma resposta imunológica que confere pelo menos alguma proteção contra reinfecção; entretanto ainda estamos aprendendo qual o tempo e a intensidade desta proteção.

Após adquirir a doença, alguns estudos sugerem que a imunidade à covid-19 pode durar um tempo mais prolongado, enquanto outros acreditam que a proteção possa desaparecer rapidamente após a infecção. Certamente o maior ou menor tempo de duração da proteção deve variar com a forma clínica da doença (leve, moderada ou grave), a presença de comorbidades e a resposta imune da pessoa infectada.

Por ser uma doença relativamente nova, a resposta se quem já foi infectado precisará ou não tomar uma dose da vacina contra a COVID-19 deverá estar disponível em breve na dependência da ocorrência de reinfecções, persistência da resposta imune após a infecção natural e avaliação da resposta imune dos voluntários previamente infectados que receberam a vacina.

4- Qual a duração da proteção das vacinas para prevenção da COVID-19?

É muito cedo para saber se as vacinas COVID-19 apresentarão proteção de longo prazo. Certamente essa proteção será variável e dependerá da tecnologia utilizada na produção da vacina, da faixa etária e das comorbidades presentes na população vacinada. Pesquisas adicionais são necessárias para responder a esta pergunta. Também não está claro quantas doses de uma vacina COVID-19 serão necessárias; a maioria das vacinas COVID-19 em estudos de fase III utilizam esquema de duas doses. A necessidade de reforços também será avaliada com o tempo.

5- Quantas vacinas encontram-se em fase III de estudos?

Atualmente existem no mundo 13 vacinas contra o SARSCoV-2 em estudo de fase III, ou seja, estudos realizados em milhares de voluntários para avaliar a eficácia, a segurança e a resposta imune associados a vacina.

Caso a segurança e a eficácia de determinada vacina seja comprovada nos estudos de fase III, o processo de aprovação será iniciado. A produção em escala global e a distribuição de forma equânime e abrangente serão os próximos desafios.

Recentemente a vacina da BioNTech/Pfizer baseada no RNA mensageiro foi aprovada pelos órgãos regulatórios do Reino Unido, fazendo com que este país se tornasse o primeiro país ocidental a aprovar o uso de uma vacina contra a COVID-19 em caráter emergencial.

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